Sábado lá ia Vincent sair um pouco.
Fez a subida à Torre Eiffel, andou por Montmartre, viu as galerias de pintura, comeu um croissant, viu Notre Dame, passeou pelo Louvre. No fim foi até à rua onde trabalhava.
Estava tudo muito calmo.
Calmo demais.
Olhou para a mercearia. Estava fechada.
Merda! Disse ele para consigo.
Queria tanto perguntar o nome da rapariga e agora dava com o nariz na porta.
Se ao menos não tivesse sido parvo em não lhe perguntar o nome enquanto esteve com ela...
Paciência. Segunda-feira ela lá estaria de certeza.
Foi até à taberna lá perto e bebeu um copito. Entretanto foi para casa. Deixou-se lá estar, cansado e aborrecido.
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